sábado, 11 de fevereiro de 2012

Teatro da Vida

No teatro da vida cada qual com seu papel. Um erra, outro acerta, um afrouxa, outro aperta.
Mas é complicado saber quando estou no teatro da vida ou será a vida um teatro?
Espere, não é tão complicado não. Basta pensar um pouco.
Na verdade, eu não tinha intensão alguma a mais que colocar meu teatro e minha peça a funcionar.
Pois, quando estou no teatro da vida, e sou o ator, eu determino o começo, o meio e o fim do espetáculo.
Os fracos precisam de deuses para adorar...
Os fortes tem seu próprio DEUS.  Sabem, crêem e não duvidam de que somente Ele decide o seu destino.
Quando não percebo a verdade e acabo sendo um coadjuvante no teatro na vida, eu estaciono e não aprendo. Eu estaciono quando me envolvo em uma peça que nada tem a ver comigo, com minha vida e com o meu aprendizado nesta encarnação.
O problema fica mais intenso ainda quando eu me torno um fanático e nada sei.
O fanático não raciocina. Segue com viseiras e é o único que está sempre certo.
Em tudo o que ele acha correto e no qual crê, quem não olhar sob o mesmo ângulo é um imbecil.
Este seria o ano do final dos tempos.  Sim, 2012 era preconizado como o ano do começo do fim.
Quantas pessoas se decepcionaram com o propagado final dos tempos tão comentado alguns meses atrás.
Eu sei de um empresário alemão que foi morar no Canadá e que lá realizou uma verdadeira fortaleza subterrânea para poder lá sobreviver. Que ele esteja equivocado, tudo bem.  Mas ele crê no que achar conveniente crer. 
Que peça de teatro ridícula! Você não acha?
Assim é a nossa vida. Cheia de peças de teatro e de coadjuvantes. De pessoas que crêem em contos de fadas e se tornam reféns das verdades dos outros.
Mas há muitas pessoas que sabem que são os pilotos de suas próprias vidas e de suas verdades.
Nós,  portanto, criamos nosso próprio destino com a energia que produzimos a partir de nossos valores, pensamentos e verdades.
E, percebemos que a nossa vida é efetivamente Causa e Efeito de nossas decisões e atitudes.
Sou hoje o que decidi ou permiti que decidissem por mim, ontem.
Depois, que jamais devemos fazer para o outro o que não queremos que nos seja feito.
E devemos cumprir fielmente o que se promete;  mesmo que seja por brincadeira.
Entender na força e poder da palavra e o estrago que ela faz com comentários  maldosos.
Não devemos falar e nem presentear para agradar. Isso e cria karma e engano. Jamais devemos nos enganar e nem enganar a outros.
Façamos, então da nossa vida,  uma grande peça!
E, no palco da vida,  tenhamos um grande espetáculo...  Criado, dirigido e apresentado por nós.
 

por: Valéria R. Carballo

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